Conheça o Novapiel

Conheça o Novapiel

Piodermite é uma alteração de pele, devido à infecção bacteriana que leva ao acúmulo de células de defesa com líquido proteico, ou seja, é uma lesão de pele de aspecto úmido. Pode atingir cães, gatos e cavalos, no entanto, os caninos são mais afetados devido às características anatômicas inerentes à espécie que facilitam a infecção.  O Shampoo Sanol Dog Novapiel é indicado no tratamento sintomático de piodemites superficiais e profundas tais como: dermatite piotraumática, piodermites das dobras, impetigo, foliculite superficiais, furuncolose e síndrome seborréica. O Peróxido de Benzoíla age, através da produção de exigênio ativo, como antibacteriano, sebostático, queratolítico e comodolítico.

Final de ano: 5 cuidados essenciais com os pets para boas festas

Final de ano: 5 cuidados essenciais com os pets para boas festas

O ano que passou foi de muitos desafios e transformações na nossa rotina. Para os pets também foi um ano atípico: inicialmente eles puderam passar mais tempo com os seus tutores, mas, sofreram com a readaptação da rotina antiga. A verdade é que foram tempos de muita aprendizagem para os cães e também para os seus tutores. Agora no final de ano não é diferente, é preciso estar atento a cuidados com os pets para aproveitar as festas com segurança. 1 – Final de ano: Check-up antes e após as férias Pensando em viajar com seu pet? Então saiba que a visita ao veterinário antes de ir viajar é fundamental para que o peludo possa estar protegido contra as possíveis doenças que podem acometê-lo nestes dias. Também é importante uma avaliação clínica e laboratorial do animal semanas após ter retornado de viagem. 2 – Final de ano: Cuidados durante a viagem Para o pet que vai viajar de carro é importante acomodá-lo com o uso do cinto de segurança e fazer paradas para o xixi. Quem não pode levar o pet na viagem pode optar pelo hotelzinho. Nos dois casos, não se esqueça de levar tudo o que o peludo vai precisar como a cama, o alimento que ele consome, os potes de água e comida, os medicamentos que ele toma e os brinquedos. 3 – Final de ano: Hidratação no verão É importante incentivar que o peludo beba bastante água nesta época, pois o calor pode deixar o pet desidratado. Uma dica é espalhar potes de água por vários lugares da casa e trocar a água mais de uma vez ao dia, mantendo-a sempre limpa e fresca. 4 – Final de ano: Horário dos passeios O ideal é programar os passeios para o início da manhã e/ou final da tarde (antes das 10 horas e após às 18 horas). O calor, nestes horários, é menor. Se o cachorro ficar muito ofegante, para evitar o aquecimento do corpo, borrife água no dorso e nas patinhas. Isso ajudará a resfriar o animal. Caso ele continue ofegante, interrompa o passeio e o leve para casa. 5 – Final de ano: Medo de fogos de artifício Esse é um dos problemas mais comuns nesta época do ano. Uma dica é ir acostumando o pet com barulhos altos (seja da TV, música, etc). No dia do Natal e do Ano Novo, mantenha o cão em um lugar seguro (sem vidros e janelas abertas) e não tente prendê-lo na coleira, se puder, fique ao lado dele. Caso contrário, deixe o peludo em um ambiente com objetos que o confortem como a caminha, os brinquedos e até uma roupa que tenha o seu cheiro. Fonte: www.alavoura.com.br

Quanto tempo se deve esperar, depois da morte de seu pet, para ter um novo animal?

Quanto tempo se deve esperar, depois da morte de seu pet, para ter um novo animal?

Algumas pessoas acreditam que assim que um cão ou gato morre temos que ter outro animal, para não sofrermos tanto a perda. Outras consideram que é preciso passar pelo luto antes de adotar um novo peludo. Afinal, quanto tempo seria o ideal para esperar depois da morte de seu pet para que haja um integrante a mais na família?   Depois da morte de seu pet, quanto tempo você tem que deixar passar ? Esta é uma pergunta muito habitual entre os tutores de cães e serve também para o caso dos gatos. A morte de um ser tão importante sempre nos causa muito sofrimento. Por isso, muitos recomendam esperar até ter passado toda a dor dessa terrível situação. O processo de luto depois da morte de seu pet não é sempre igual para todos os membros da família. Temos que saber que não é possível substituir um pet por outro, já que todos os animais que chegam a nossa vida são únicos e insubstituíveis. Quando, por exemplo, em casa há crianças pequenas, tentamos fazer com que elas rapidamente se esqueçam do animal que morreu trazendo a elas outro novo logo em seguida. Mas embora acreditemos que isso é bom para a saúde mental dos pequenos, poderá ocasionar mais traumas. O cão ou felino que chega ao lar trará lembranças do animalzinho morto e provocará mais choros do que risadas, pelo menos durante os primeiros meses após a morte do animal. Por isso é melhor primeiro aceitar a morte do cão ou gato antes de adotar outro. O sentimento de tristeza que nos invade quando um animal de companhia falece pode ser tão grande como o que experimentamos quando morre um ente querido. É vital nos darmos a oportunidade para expressarmos a nossa dor, e atravessar o luto como nos parece melhor. Ninguém tirará da mente ou do coração as lembranças que vivemos junto ao nosso pet, e a angústia é compreensível. Esse tempo que nos damos antes de adotar um novo amigo fiel é conveniente para podermos cuidar de nossa dor como se deve e não arrastarmos dores do passado. Fonte: https://meusanimais.com.br

TOSSE DE CACHORRO, O QUE FAZER?

TOSSE DE CACHORRO, O QUE FAZER?

Essa tosse é causada por uma doença infecciosa altamente contagiosa entre os cães, mas que não afeta o homem. É uma combinação de bactérias e vírus e, por isso o diagnóstico é muito mais clínico do que laboratorial, ou seja, não existem exames para identificar a causa da mesma. Hemograma, rx, traqueoscopia normalmente se apresentam normais nessas condições. Os sintomas incluem tosse seca geralmente estimulada quando come ou bebe água ou mesmo quando puxa muito a coleira/guia nos passeios (que apertam a garganta). Isto é semelhante ao o que os seres humanos experimentam quando ficam resfriados (gripados). O QUE CAUSA ESSA TOSSE? A tosse dos canis em cães afeta o trato respiratório superior, ou seja, o inicio da traqueia, normalmente não tendo comprometimentos dos pulmões. Geralmente está associada a cães não vacinados que vivem em aglomerações ou em contato com outros animais podendo acometer cães com outra doença de base, como doença cardíaca, tumores na garganta, pneumonia, doença periodontal, parasitas e alergias. O tratamento dessas doenças também com certeza irá ajudar a aliviar os sintomas da tosse. Os principais causadores de tosse dos canis são os vírus conhecidos como Parainfluenza Canina tipo 3 (afeta a traqueia) e o Adenovírus Canino Tipo 2 (que afeta o interior dos pulmões), além da bactéria chamada Bordetella bronchiseptica que infectam o trato respiratório superior. SINTOMAS Os sintomas incluem tosse seca severa, podendo às vezes levar a náuseas e regurgitação de comida ou mesmo vômitos. Secreção nasal e espirros também podem ocorrer em fases posteriores com complicações em animais não tratados ou imunossuprimidos podemos então apresentar febre, pneumonia e apatia. TRATAMENTO A tosse dos canis geralmente desaparece por si só em cerca de 5 a 12 dias de evolução. O tratamento busca aliviar os sintomas da tosse e evitar que evolua para uma traqueobronquite com infecção pulmonar. O veterinário geralmente vai indicar algum antitussígeno, às vezes antibiótico e anti-inflamatório. Manter o animal hidratado e usar de nebulização com inalador ajuda bastante. Existe também uma vacina para a tosse dos canis que procura aumentar a imunidade diminuindo assim a disseminação da doença que é altamente contagiosa. O cão deve também ser incentivado a beber muita água e ser mantido aquecido e confortável. O ar frio e seco dessa época do ano aumenta a irritação das vias aéreas superiores, potencializando a tosse.   Fonte: https://petcare.com.br/

Chupeta para cachorro: o hábito é saudável ou pode causar danos físicos e psicológicos para o cachorro?

Chupeta para cachorro: o hábito é saudável ou pode causar danos físicos e psicológicos para o cachorro?

Se você já viu um cachorro chupando bico de chupeta, sabe que essa é uma cena extremamente fofa (ainda mais quando eles são filhotes). Mas será que o uso do acessório é realmente necessário? Como a chupeta pode interferir no desenvolvimento do animal? Muita gente trata os cães como se fossem bebês, mas é importante estabelecer certos limites e entender que, embora os cachorros façam parte da nossa família, eles têm necessidades e instintos diferentes do que é comum para os humanos. Quer saber se é saudável ou não oferecer a chupeta para cachorro? Pode dar chupeta para cachorro? É comum que muitas famílias ofereçam chupeta para cachorro porque enxergam os doguinhos como se fossem seus filhos. O problema é que essa “humanização” exagerada dos animais pode ser prejudicial para os cães. As chupetas foram desenvolvidas exclusivamente para atender as necessidades de um bebê humano, e não de um cachorro (seja ele filhote ou adulto). Como a anatomia canina é totalmente diferente da nossa, a chupeta não se encaixa adequadamente à boca dos doguinhos e pode comprometer o desenvolvimento da arcada dentária deles. Por isso, mesmo que muitos tutores insistam nessa prática, a maioria dos especialistas não costuma recomendar o uso do acessório.   Quais os riscos de oferecer a chupeta para cachorro? Além de prejudicar seriamente os dentes do cachorro, a chupeta também pode causar danos físicos e psicológicos à saúde animal. Um dos principais riscos desse acessório é que o cachorro pode mastigar e engolir pedaços da chupeta (ou até mesmo a chupeta inteira), causando uma obstrução intestinal. É preciso pensar que esse item foi projetado para se adaptar à boca de uma criança humana, que não tem uma mordida tão forte a ponto de destruir. Além disso, também é preciso pensar no lado psicológico, já que alguns cães acabam se tornando dependentes do acessório - que não é benéfico para eles - e isso pode resultar em uma série de problemas comportamentais. O cachorro passa a recusar a interação com qualquer outro brinquedo e só quer a chupeta. Se ele não recebe o que quer, desconta em outros objetos da casa ou desenvolve problemas de ansiedade.   No lugar da chupeta, cachorro pode brincar com mordedores O cachorro com bico pode ser o ápice da fofura, mas é importante não estimular esse hábito e direcionar a atenção do seu cãozinho para os acessórios certos. Os primeiros dentinhos dos filhotes de cachorro nascem por volta da segunda ou terceira semana, mas entre os 4 e 7 meses os dentes de leite caem e dão lugar aos 42 dentes definitivos. Essa fase de troca de dentição é marcada principalmente pela necessidade de morder tudo que o cãozinho encontra pela frente, e é nesse momento que os tutores costumam oferecer a chupeta para cachorro.   No entanto, existem acessórios mais adequados para isso, como os brinquedos mordedores. Existem vários modelos com diferentes formatos, tamanhos e materiais. Esse tipo de brinquedo ameniza os impactos da troca de dentição e ajuda a fortalecer os músculos da mandíbula do animal. Também é uma ótima opção para cachorros adultos que gostam de destruir tudo.   Fonte: www.patasdacasa.com.br