Os cachorros gostam de música?

Os cachorros gostam de música?

Dizem que certas melodias acalmam as feras, mas… será que os cachorros gostam de música? Tudo depende de vários fatores, como por exemplo, a altura do som e o tipo de canção. É verdade que os cachorros gostam de música? Existem muitos motivos para dizer que sim, e outras que indicam que não. Normalmente, os cães ficam muito nervosos com barulhos fortes, como fogos de artifício, tempestades ou crianças brincando a seu lado. Por isso, não devemos deixar de lado a música como uma das fontes de incômodo para o peludo. E muito menos acreditar que, com esses sons, ele vai se acalmar ou dormir bem. Estudos revelam que, na maioria dos casos, os cachorros gostam de música. Mas é claro que há exceções: a reação será diferente com algum tipo de canção ou com o som que ela produzir nos sentidos do animal, sobretudo se forem sons agudos. Além disso, já se confirmou que os animais gostam de ter uma música ao fundo, e preferem esse som do que o silêncio absoluto. Por isso, é recomendável que os donos deixem o rádio ou a televisão ligados quando forem trabalhar ou ficar fora por muitas horas. Lembre-se de que o volume deve ser baixo e, preferivelmente,que não haja pessoas falando, e sim apenas música. Os veterinários asseguram que as canções ideais são as de música clássica. Analise se não há muitas mudanças de tons ou volume, e nunca a coloque muito alta. Você e seu animal podem desfrutar dos benefícios da música juntos!   Fonte: https://meusanimais.com.br

Dicas para levar seu gato ao veterinário

Dicas para levar seu gato ao veterinário

Consultas de rotina são essenciais para manter a saúde de seu gatinho. Entretanto, a visita ao veterinário pode ser muito estressante para ele. E os problemas começam antes mesmo de vocês saírem de casa. Colocar o gato na caixa de transporte da maneira errada pode piorar o processo todo, então minimizar o stress é importante no momento de levar seu gato ao veterinário. Como levar seu gato ao veterinário Aqui estão algumas dicas para tornar a caixa de transporte menos assustadora e diminuir a ansiedade da consulta: Entenda o comportamento do seu gato Andar de carro, esperar na clínica e ser manuseado por pessoas estranhas são situações estressantes para a maioria dos gatos. Eles são animais muito territoriais, então tirá-los de seu ambiente pode ser muito assustador. Fique calmo Os gatos sentem nossas emoções. Quanto mais calmo você estiver, mais calmo seu gato estará. Evite manipulações desnecessárias Deixe o gato o mais à vontade possível e evite segurá-lo por longos períodos. Se a sala for telada e segura, deixe-o solto para explorar enquanto você e o veterinário conversam, pegando o gato apenas quando necessário. É preferível, inclusive, manipulá-lo ou dar a vacina onde ele estiver, para evitar ter de pegá-lo e segurar à força em cima da mesa. Recompense o bom comportamento Gatos não respondem a punições nem força. Em vez de gritar quando seu gato está se comportando mal, dê petiscos quando ele age bem. Por exemplo, se ele está calmo e deixa o veterinário examiná-lo, dê algo que ele gosta, como petisco, brinquedos e atenção. Seja persistente e recompense todas as vezes, para que ele associe bem. Acostume o gato à caixa de transporte Ajude-o a perder o medo em momentos de menos stress. Uma boa maneira de fazer isso é tornar a caixa de transporte mais convidativa, assim o gato ira entrar nela voluntariamente. Deixe-a por vários dias em algum lugar que ele gosta de ficar com uma coberta dentro que tenha o cheiro dele. Coloque ocasionalmente brinquedos e petiscos dentro dela, convidando-o a entrar. Pode levar um tempo para ele se acostumar, então tenha paciência e recompense sempre a coragem do seu pequeno. Não force o gato a entrar na caixa Se você não precisa levá-lo imediatamente ao veterinário, e ele tem medo da caixa de transporte, não force-o a entrar. Tente espirrar ferormônios como Feliway na caixa 30 minutos antes de sair. Então coloque-a num cômodo pequeno com poucos esconderijos, traga o gato e feche a porta. Incentive-o cada vez mais para perto da caixa usando brinquedos e petiscos. Faça tudo possível para que ele entre voluntariamente ou guiado de maneira gentil. Se mesmo assim ele não quiser entrar, coloque-o gentilmente dentro dela, de preferência por cima, mesmo que isso signifique desmontar a caixa.   Fonte: RestonNow

5 raças que ficam bem sozinhas

5 raças que ficam bem sozinhas

Quem ama cachorros, mas fica fora de casa o dia ineiro, precisa ficar atento na hora de escolher um companheiro. Existem raças  que ficam bem sozinhas, enquanto outras não toleram. Isso se dá, graças ao seu comportamento independente. Conheça as melhores raças que ficam bem sozinhas  Schnauzer O Schnauzer é independente e muito inteligente. Por isso, não costuma ser um problema para esta raça ficar sozinho por determinados períodos. É muito brincalhão e carinhoso, por isso precisa de bastante atenção quando você estiver em casa. É ciumento e possessivo com o dono, por isso nada de esquecê-lo num canto, ele ficará muito triste. Por conta deste ciúme pode ter problemas para se adaptar a outros animais. Shih-Tzu Como é calmo e dócil, o Shih-Tzu pode se adaptar à solidão. Graças a sua tranquilidade, provavelmente vai passar o dia dormindo e observando a janela, esperando pela sua volta, sem muito alarde ou ansiedade. Mas isso não é razão para você descuidar da atenção assim que chegar, certo? Dê muito carinho para seu Shih-Tzu quando estiver em casa. Lhasa Apso O Lhasa Apso tem um comportamento muito tranquilo, por isso não parece ter problema em ficar parte do dia sozinho.  Ele é muito independente e não passará o dia sofrendo por sua ausência - é provável que brinque coma e durma sozinho numa boa. Mas como todo o cão, sentirá saudade. Por isso, não se engane com seu comportamento calmo: quando estiver com ele, dê muita atenção! West Highlander Terrier É uma raça calma e independente, que pode ficar sozinha sem grandes problemas. Como é muito brincalhão, exige atenção quando você está por perto – principalmente se você passou o dia fora. Levá-lo para passear diariamente é essencial para que ele gaste sua energia, que é grande. Solta pouco pelo e é muito amistoso. Basset Hound O Basset Hound é um cão muito calmo e preguiçoso. Por isso, pode ficar um período longe dos donos tranquilamente – e provavelmente vai aproveitar o tempo para dormir bastante. É uma raça que não gosta de colo, por isso sente menos a falta física do dono durante o dia. Mesmo assim, precisa de atenção assim que você chegar em casa. Como tem tendência à obesidade, uma caminhada diária lhe faz muito bem.   Cães equilibrados são mais independentes Mais importante do que a raça é você trabalhar o comportamento do seu companheiro. Cães equilibrados são mais felizes e tem menos chances de sofrerem com sua ausência. Enriqueça o ambiente Sempre que for ficar longos períodos fora de casa, enriqueça o ambiente. Deixe a caminha em um lugar confortável, espalhe brinquedos, esconda petiscos e crie um ambiente que propicie atividades para seu pet. Opte por companhia canina Se você fica muito tempo fora de casa e não abre mão de ter um cachorro, pode optar por ter dois. Isso mesmo, dois! Assim, um fará companhia ao outro e eles sentirão menos a sua falta. Antes de escolher um cachorro, analise sua rotina Quem fica muito tempo fora de casa deve pensar com calma se deve ou não ter um cachorro. Animais exigem atenção, cuidado e presença – caso contrário serão solitários e tristes. Saiba que quando passar o dia fora, você precisa compensar seu amigo peludo passando momentos agradáveis com ele. Você está disposto a investir seu tempo para fazer seu cachorro feliz? Ele fará o mesmo por você!   Fonte: https://www.adimaxpet.com.br/

Por que os filhotes mordem tudo compulsivamente?

Por que os filhotes mordem tudo compulsivamente?

Quase ninguém sabe por que os filhotes mordem quase tudo que veem pela frente, principalmente quando seu dono está longe dele, e de forma compulsiva. Quando um filhote nasce, ele só sabe dormir, mamar, fazer suas necessidades e morder, e as brincadeiras entre os filhotinhos envolve morder, latir e rosnar. Quando a mãe quer chamar a atenção dos seus filhotes ela morde levemente o seu focinho como sinal de advertência. Esse comportamento, mordidinhas e latidos, é absolutamente comum. Em primeiro lugar não encare essas mordidas como agressividade, os filhotes encaram as mordidas como brincadeira, ou seja, é uma forma do seu amiguinho interagir com seu novo dono, e nunca mordem com a intenção de machucar. Outro fator que fazem os cachorrinhos morderem é a troca dos dentes que geralmente ocorrem quando eles estão com três meses, ou seja, os seus dentinhos de leite começam a cair, e essa troca permanece até o 5º ou 6º mês. Os dentes permanentes do filhote continuam a crescer até o 7º mês. A troca de dentes do cachorro é a mesma do homem, dói e incomoda, a diferença é que vamos ao dentista e tomamos remédio para acabar com esse incomodo. Você deve estar pensando: – “Então vou dar um remédio para ele! ” Não faça isso, se perceber que ele está com qualquer tipo de dor, leve-o ao veterinário para que ele examine o seu novo amiguinho e de o diagnóstico, porque somente o veterinário poderá indicar o melhor medicamento e a dosagem correta. Alguns motivos que levam os filhotes a morderem – Tédio, a gente não fica entediado? Cachorros também ficam; – Falta de atividade física; – Ansiedade, por exemplo, ele passa o dia todo sozinho esperando a sua chegada; – Coçar a gengiva; – Sentir-se ameaçado ou com medo; – Chamar sua atenção para brincar ou para algo; – Fome ou sede. Lembre-se, nunca incentive o seu “peludinho” a morder, pois ele irá crescer com esse instinto muito mais aflorado, podendo tornar-se até um cão adulto agressivo.   Fonte: https://www.farejadordecaes.com.br

Comportamento Agressivo – O que fazer?

Comportamento Agressivo – O que fazer?

Os cães com comportamento agressivo não nasceram dessa maneira. O que acontece muitas vezes é que os tutores não sabem qual a melhor maneira de treinar e educar seus pets. E essa falta de conhecimento faz com que o cão responda aos comandos de maneira violenta ou agressiva. Os cães, assim como os outros animais adquirem hábitos e comportamentos agressivos por diversos motivos. Normalmente, os comportamentos surgem quando os dogs se encontram em uma situação onde sentem medo ou então por guarda de recurso. O tutor que não percebe os sinais que antecedem comportamentos agressivos do seu cãozinho, certamente vai se deparar com um cão de difícil convívio no futuro. A responsabilidade do temperamento de um cão é sempre do tutor. Você pode pensar “Mas existem cães que, por natureza, tendem a ser mais protetores e territorialistas” Sim! De fato, algumas raças tem um instinto mais protetor. Porém, não existe uma raça de cachorro que seja agressiva quando criada, educada e treinada da maneira correta, com profissionais e técnicas corretas! Como nossos peludos não sabem falar, eles encontram outras maneiras pra dizer “Cara, para com isso, eu não estou gostando! “. E essas maneiras são através de linguagem corporal. Eles, através de sinais corporais, te mostram que, apesar de não quererem, se você continuar fazendo o que eles não estão gostando, certamente reagirão de maneira agressiva. Quando os filhos fazem algo errado nós o repreendemos, certo?  Com nossos pequenos é a mesma coisa: quanto mais nós, tutores, passarmos a mão na cabeça ou ignorarmos o fato de que nossos peludos precisam sim de ajuda para que haja uma mudança no seu comportamento, mais vezes isso irá acontecer e mais difícil será de reverter essa situação. Como devemos evitar e lidar com o comportamento agressivo Os cães, assim como vários outros animais, usam a linguagem corporal para se comunicar e se expressar. Inclusive para intimidar, tentando parecer maior, arrepiando seus pelos, olhando fixo e os dentes à mostra. O melhor a se fazer quando você perceber que seu peludo está apresentando sinais de linguagem corporal de que está acontecendo algo que ele não está gostando é afastar-se. Se o estímulo que o incomoda for você, deixe-o quietinho no canto dele até ele ficar mais calmo. Já se o estímulo que deixa seu cachorro agressivo for outra pessoa ou pet, e você estiver com ele na coleira, não pense duas vezes e leve-o para a direção oposta. O importante é que seu cachorro não tenha contato visual com o estímulo que não o agrada. Conforme você for adquirindo confiança para avançar e ajudar seu peludo a mudar seus comportamentos, você pode usar de técnicas de reforço positivo que vão fazer com que ele encare as situações que o deixam incomodado de outra maneira. Por exemplo, se ele não gosta de pessoas andando de bicicleta, sempre que cruzarem com alguém, e seu cachorro começar a demonstrar sinais de agressividade, latir, puxar a guia, pegue um petisco e dê para ele. Repita isso sempre que o estímulo que o incomoda aparecer. Assim, aos poucos ele vai perceber que aquilo que antes era algo ruim, sempre traz uma coisa boa, que ele adora: aquele petisco bem gostoso. E com o tempo ele vai acabar gostando daquele estímulo que antes era algo ruim. Outra alternativa que pode ajudar é contar com a ajuda de um profissional da área. Apenas lembre-se, quanto antes você tomar a iniciativa de mudar esses comportamentos agressivos do seu cão, melhor será tanto para você quanto para ele, e mais fácil será esse processo! Fonte: https://petanjo.com/