Banho a Seco Sanol Dog

Banho a Seco Sanol Dog

O Banho a Seco Sanol Dog é perfeito para a limpeza e higienização da pelagem do seu pet em situações onde o banho tradicional não for possível. Formulado com silicone, emolientes e umectantes, auxilia na remoção de sujeiras e impurezas que podem ser absorvidas durante o dia a dia, cuidando e higienizando sem danificar a pelagem do seu animal.  

TOSSE DE CACHORRO, O QUE FAZER?

TOSSE DE CACHORRO, O QUE FAZER?

Essa tosse é causada por uma doença infecciosa altamente contagiosa entre os cães, mas que não afeta o homem. É uma combinação de bactérias e vírus e, por isso o diagnóstico é muito mais clínico do que laboratorial, ou seja, não existem exames para identificar a causa da mesma. Hemograma, rx, traqueoscopia normalmente se apresentam normais nessas condições. Os sintomas incluem tosse seca geralmente estimulada quando come ou bebe água ou mesmo quando puxa muito a coleira/guia nos passeios (que apertam a garganta). Isto é semelhante ao o que os seres humanos experimentam quando ficam resfriados (gripados). O QUE CAUSA ESSA TOSSE? A tosse dos canis em cães afeta o trato respiratório superior, ou seja, o inicio da traqueia, normalmente não tendo comprometimentos dos pulmões. Geralmente está associada a cães não vacinados que vivem em aglomerações ou em contato com outros animais podendo acometer cães com outra doença de base, como doença cardíaca, tumores na garganta, pneumonia, doença periodontal, parasitas e alergias. O tratamento dessas doenças também com certeza irá ajudar a aliviar os sintomas da tosse. Os principais causadores de tosse dos canis são os vírus conhecidos como Parainfluenza Canina tipo 3 (afeta a traqueia) e o Adenovírus Canino Tipo 2 (que afeta o interior dos pulmões), além da bactéria chamada Bordetella bronchiseptica que infectam o trato respiratório superior. SINTOMAS Os sintomas incluem tosse seca severa, podendo às vezes levar a náuseas e regurgitação de comida ou mesmo vômitos. Secreção nasal e espirros também podem ocorrer em fases posteriores com complicações em animais não tratados ou imunossuprimidos podemos então apresentar febre, pneumonia e apatia. TRATAMENTO A tosse dos canis geralmente desaparece por si só em cerca de 5 a 12 dias de evolução. O tratamento busca aliviar os sintomas da tosse e evitar que evolua para uma traqueobronquite com infecção pulmonar. O veterinário geralmente vai indicar algum antitussígeno, às vezes antibiótico e anti-inflamatório. Manter o animal hidratado e usar de nebulização com inalador ajuda bastante. Existe também uma vacina para a tosse dos canis que procura aumentar a imunidade diminuindo assim a disseminação da doença que é altamente contagiosa. O cão deve também ser incentivado a beber muita água e ser mantido aquecido e confortável. O ar frio e seco dessa época do ano aumenta a irritação das vias aéreas superiores, potencializando a tosse.   Fonte: https://petcare.com.br/

Como escolher o cão com o perfil do tutor

Como escolher o cão com o perfil do tutor

Escolher o cão com o perfil do tutor é importante, mas muita gente não se preocupa com isso. Acham uma raça bonita e adquirem um cão, depois acabam percebendo que a química entre o cão e o tutor não está funcionando. E que o cãozinho está infeliz já que o tutor não consegue proporcionar tudo o que o peludo precisa. É importante levar em conta o seu estilo de vida, sua experiência com cães e principalmente qual o seu nível de energia. Já que cães e pessoas costumam ter níveis de energia e disposição para exercícios que variam. Perfil do tutor: Pessoas que passam o dia fora Quem trabalha muito, chega em casa cansado e quer ter um cãozinho para ter uma companhia carinhosa, mas não vai conseguir proporcionar muito tempo nem muita disposição para atividades físicas. Precisa encontrar um cãozinho que tenha um perfil parecido, ou o peludo vai sofrer muito com a ausência do tutor e falta de atividades. Raças como Lhasa Apso, Shih Tzu, Basset Hound e Chow Chow são mais independentes e podem sofrer menos. Perfil do tutor: Pessoas preguiçosas Para as pessoas mais preguiçosas que amam cães, mas sabem que não vão conseguir passear por muito tempo ou levar o cão para várias atividades. Essas pessoas precisam de cães com energia mais baixa, ou que não precisem de passeios tão longos. Optar por raças como Basset Hound e Lhasa Apso é uma boa ideia. São cães com energia mais baixa e se satisfazem com caminhadas tranquilas e brincadeiras em casa. Podendo ser ideais para quem é mais sedentário. Perfil do tutor: Pessoas ativas Para as pessoas que são muito ativas ou atléticas e querem um cão que as acompanhe nessas atividades, o ideal é que verifique sua experiência com a criação de cães. Algumas raças muito enérgicas são recomendadas para atletas, mas precisam de muito adestramento e o ideal é que você já tenha experiência com cães para tê-las. Quem prefere as raças de pequeno e médio porte ou não tem experiência com criação de cães, pode optar por Cavalier King Charles Spaniel, Beagle, Boston Terrier, Fox Terrier. Quem é muito ativo e gosta de fazer muitos exercícios, está disposto a adestrar e levar o cão para gastar muita energia todos os dias, essas pessoas podem optar pelas raças mais enérgicas: Golden Retriever e Labrador, Border Collie, Pitbull e Whippet. Perfil do tutor: Pessoas Idosas Os idosos tem níveis de energia diferentes. Existem idosos que correm maratonas e idosos que fazem leves caminhadas e preferem ter dias mais tranquilos. As pessoas são diferentes umas das outras e por isso é preciso que o idoso entenda seu perfil antes. Para os idosos mais tranquilos escolher o cão mais calmo é o melhor, Basset Hound pode ser ideal, Yorkshire e Maltês também são uma boa ideia. Perfil do tutor: Crianças Quem tem crianças em casa deve avaliar o tamanho da criança e escolher o cão com o perfil do adulto, mas que também seja bem tolerante com brincadeiras. O Cavalier King Charles Spaniel pode ser ideal, adoram crianças e gostam muito de brincar. Os cães maiores são bem tolerantes e até protetores em relação a crianças. Mas é preciso lembrar que as crianças não são tutores de cães. O tutor é o adulto que deve se responsabilizar pelo cão. O ideal é adestrar cães, principalmente os que vão conviver com crianças. Fonte: https://webcachorros.com.br/

Como livrar o seu cão do mau hálito

Como livrar o seu cão do mau hálito

Considerado um problema comum no mundo pet, os cachorros costumam apresentar mau hálito. E muitos tutores podem achar que esse cheiro forte é normal e acabam não dando tanta atenção para esse problema. Trata-se de um sinal que a saúde bucal do seu cachorro não é adequada. E ainda, pode ser algo que gera certo tipo de incomodo, principalmente se for fácil de ser percebido pelo tutor. É importante saber o que causa o cheiro do mau hálito e como tratar, para que o mau cheiro melhore e até acabe. Saiba como evitar e tratar mau hálito: A parte mais importante para livrar seu cão do mau hálito é a higienização. A escovação diária retira qualquer resíduo presente nos dentes do animalzinho e ainda evita a formação de placa dentária e substâncias causadoras do mau hálito. O ideal é que a escovação aconteça desde filhote, mas se o seu animal não está acostumado a esse hábito, nunca é tarde para começar. Lembrando que essa disciplina da escovação é parte do tutor, por isso você deve reconhecer a importância da escovação. É extremamente importante não usar pasta dental humana. O produto contém substâncias que não devem ser ingeridas pelos cães, porque podem causar vômitos, dores abdominais, diarreia e até gastrite. Utilize sempre por uma pasta veterinária. Uma boa alimentação também interfere na saúde bucal do animalzinho. Opte por rações secas, seus grãos ajudam a retirar o acúmulo de tártaro e placas. Outra opção é oferecer petiscos e brinquedos criados para limpar os dentes e prevenir o tártaro, eles ajudam na saúde bucal, já são criados especialmente para limpar os dentes. É fundamental também trocar com frequência a água do bebedouro, a água fresca e potável ajuda na limpeza dos restos dos alimentos que ficam na boca do animal. Lembrando que isso não substitui a escovação bucal. Outra ação para prevenir o mau hálito é fazer consultas periódicas em um médico veterinário de confiança. Caso você identifique o mau hálito em seu cachorro, o veterinário saberá analisar quais são as causas e indicar o tratamento necessário.  Fonte: https:/tudodebicho.com.br/

Coprofagia: causas e o que fazer para que o cão pare de ingerir as próprias fezes

Coprofagia: causas e o que fazer para que o cão pare de ingerir as próprias fezes

Não se trata só de um hábito, digamos… pouco apetitoso. Além de tornar as lambidas que recebemos menos agradáveis, a coprofagia, isto é, o ato de comer fezes, também pode ser sintoma de algum problema de saúde. Isso sem contar que, ao ingerir fezes de animais contaminados, seu amigo ainda pode pegar doenças como giardíase, verminoses, entre outros. Por isso, se o seu cachorro come as próprias fezes, não deixe para lá! O melhor a fazer é investigar o que é coprofagia e os motivos que o levam a fazer isso para, assim, buscar solução do problema. Coprofagia: Por que meu cachorro come as próprias fezes? Não existe uma única causa para a coprofagia. Ela pode ter origem tanto em fatores fisiológicos quanto comportamentais. Causas fisiológicas Do lado fisiológico, os motivos mais comuns dizem respeito à nutrição. Como exemplo, cães com dietas inadequadas podem recorrer à coprofagia como forma de buscar mais nutrientes. Da mesma maneira, cachorros com polifagia (apetite excessivo anormal) ou que estejam fazendo alguma dieta restritiva para perda de peso também podem apresentar o comportamento. Em outros casos,  notar um cachorro que come fezes, pode ser sinal de um problema de má- absorção, como, por exemplo, insuficiência hepática ou doenças intestinais.“Nessas situações, o pet pode precisar de nutrientes adicionais e buscar suplementação por meio da coprofagia”, por isso, é sempre importante investigar. Causas comportamentais Já do ponto de vista comportamental, as causas são igualmente variadas. No entanto, uma das mais comuns é fazer isso para chamar a atenção do tutor. Isso mesmo! “A atenção dada imediatamente após a ingestão das fezes, mesmo que negativa, pode estimular o comportamento”. Aliás, a “atenção negativa” pode estar por trás da coprofagia também de outra maneira. Tutores que utilizam técnicas de reforço negativo, como esfregar o focinho do pet nas fezes e dar broncas verbais, fazem com que ele associe a punição ao ato de defecar e não ir ao local. Assim, seu amigo pode passar a ingerir as fezes a fim de escondê-las. Sabemos que não é normal cachorro comer fezes, porém, existe, uma causa bem chocante para essa atividade “peculiar”. Alguns cães comem fezes porque gostam do cheiro, da textura e do sabor.... Eca! Coprofagia: ela tem a ver com a raça? Ainda não há pesquisas conclusivas a respeito do assunto. Mas, como curiosidade, um estudo publicado no periódico “Veterinary Medicine and Science”, realizado pelos pesquisadores da Universidade da Califórnia, avaliou que os Hounds e Terriers seriam os mais propensos a comer as próprias fezes. Já os poodles são considerados os menos inclinados a fazer isso. Na realidade brasileira, mais comumente são as raças pequenas que apresentam o comportamento. Nesse sentido, temos como exemplo os cães das raças Shih-Tzu, Yorkshite, Spitz Alemão e Lhasa-Apso. Embora cães de maior porte e, até mesmo, gatos também possam apresentar o quadro. Como fazer cachorro parar de comer fezes? Identificar a causa da coprofagia é o primeiro passo para começar a tratá-la. Isso não só porque o procedimento adequado está diretamente ligado a ela, mas também porque, como dito anteriormente, o hábito pode ser um sintoma de doenças mais graves, de modo que o tratamento é essencial para garantir a saúde do pet: Ofereça somente rações balanceadas e de qualidade; Para quem prefere a alimentação caseira, procure um nutricionista veterinário para que ele monte um cardápio de acordo com as necessidades específicas do seu amigo; Se possível, recolha as fezes imediatamente após a defecação; Não utilize o reforço negativo para ensinar ao petonde fazer suas  Em vez disso, recompense-o com petiscos, brinquedos e carinho sempre que ele as fizer no lugar certo; Lembre-se que as broncas, muitas vezes, servem apenas como fonte de atenção para o cachorro e não como forma educativa; Tente não recolher as fezes na frente do pet. Em alguns casos, isso pode levá-lo a querer “remover” as próprias fezes na sua ausência, Hoje em dia, em lojas específicas de artigos pata pets você encontra produtos capazes de dar cheiro e sabor desagradável para as fezes, desencorajando o pet a ingeri-las.  Lembrando que, antes de qualquer medida, o veterinário sempre deve ser consultado a fim de descartar a possibilidade de doenças e para orientar a respeito de uma alimentação balanceada! Fonte: www.petz.com.br